Quatro Dias em Abril

Quatro Dias em Abril-frente

Na tarde de 12 de abril de 1895, uma sexta-feira, Conceição do Arroio é surpreendida pelo barulho do tiroteio, o tropel e a gritaria da tropa federalista que entra na cidade, vinda da serra pelo Passo da Lagoa, próximo à Caieira, seguindo o caminho usual entre as lagoas da Pinguela e dos Quadros. Por quase quatro dias, os maragatos liderados pelo famigerado Baiano Candinho serão os senhores da terra do General Osorio.

A Revolução Federalista (1893-1895) é, com certeza, a mais sangrenta das revoluções ocorridas no país. E não só pelo número de mortes, que alguns pesquisadores acreditam possa ter passado de 10 mil; mas porque, uma boa parte delas, deu-se pela degola, método aprimorado durante o conflito e usado à revelia por ambas as partes combatentes, radicais extremistas que lutavam não apenas por sua causa, mas também pela eliminação do adversário.

Com base em documentação original, relatos e jornais da época, Rodrigo Trespach narra em Quatro Dias em Abril os principais acontecimentos ocorridos no Litoral Norte gaúcho durante a sangrenta década de 1890. As disputas políticas, o ataque maragato a Conceição do Arroio (Osório), os assassinatos do major Moura de Azevedo, padre Vaz Fernandes e do Baiano Candinho, todos diretamente interligados com o que ocorria no Rio Grande do Sul e no Brasil.

A obra de 137 páginas é uma publicação da editora Martins Livreiro, de Porto Alegre.

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